Ciência, experiência e humanização para restaurar a função, a estética e o crescimento do seu filho(a).
Clique na imagem e descubra qual é o tratamento indicado de acordo com o tipo de fissura labiopalatina.
O tratamento das fissuras labiopalatinas é altamente individualizado e exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diversas áreas de atuação médicas, odontológicas e fonoaudiológicas para promover a melhor reabilitação ao longo de muitos anos.
A jornada de transformação do seu filho começa aqui
Seja no pré-natal ou após o nascimento, o primeiro passo é o acolhimento humanizado da família. A Dra. Mariana oferece informações precisas e transparentes sobre a fissura labiopalatina e a caminho do tratamento, dissipando medos e estabelecendo uma relação de confiança para os próximos passos.
Para que tudo ocorra com a máxima segurança e eficiência, este é o momento de otimizar a condição de saúde da criança para a cirurgia. Envolve a orientação nutricional, a possível utilização de aparelhos ortopédicos odontológicos pré-cirúrgicos e a avaliação detalhada da equipe multidisciplinar com pediatria, fonoaudiologia e otorrinolaringologia, garantindo um planejamento único e personalizado.
Queiloplastia (cirurgia do lábio) e Palatoplastia (cirurgia do palato) são os procedimentos essenciais e realizados em etapas, para garantir a plena a melhor evolução e crescimento facial. O objetivo primário é restaurar as funções de alimentação, audição e fala, além de alcançar o melhor resultado estético possível.
A jornada continua além da sala de cirurgia. Esta fase crucial é dedicada à reabilitação completa, com acompanhamento focado no desenvolvimento pleno da criança. Inclui orientações sobre fonoaudiologia, ortodontia e, se necessário, outras cirurgias complementares, assegurando que a criança cresça e se desenvolva com saúde, confiança e que tenha seu sorriso completamente restaurado.
Quem é a
CRM/MG 65857 | RQE 43844 | RQE 33577
Formada em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), Dra. Mariana Alessi possui Residência Médica em Cirurgia Plástica e Especialização em Cirurgia Crânio-Facial na mesma instituição de excelência. Há 15 anos, dedica-se às cirurgias faciais reconstrutoras, com um foco especial na complexidade da Fissura Labiopalatina.
Guiada por ética e dedicação inabaláveis, ela não espera que as famílias encontrem o caminho. Ela assume para si a responsabilidade de guiar cada mãe e pai que recebe o diagnóstico de Fissura Labiopalatina, transformando a incerteza em esperança.
Sua dedicação se estende ao seu compromisso social. Atua como voluntária na realização de cirurgias de fissurados e utiliza sua expertise para devolver o sorriso e a dignidade a crianças e adultos em vários estados brasileiros e países do mundo.
Descubra qual é o momento ideal para realizar a cirurgia do seu filho
O sucesso da cirurgia e do desenvolvimento craniofacial do seu bebê dependem do momento correto. Para a Dra. Mariana, a segurança e a preocupação com crescimento e função são essenciais. Por isso, a cirurgia de correção de fissura é preferencialmente realizada em torno de 6 meses de idade, baseado em protocolos que respeitam o desenvolvimento facial e a fisiologia do bebê.
Veja quais são as perguntas mais frequentes feitas pelos nosso pacientes
São malformações congênitas (presentes desde a gestação) que ocorrem devido à falha na fusão dos processos faciais que envolvem o lábio e/ou o palato (céu da boca) durante o desenvolvimento fetal, geralmente entre a 4ª e a 10ª semana de gestação.
As causas são consideradas multifatoriais. Envolvem uma combinação de:
Na maioria dos casos, não se consegue encontrar uma causa exata para a fissura.
É considerada a anomalia congênita craniofacial mais frequentes. A incidência varia globalmente, mas é estimada em cerca de 1 caso a cada 750 nascimentos.
O diagnóstico é, na maioria das vezes, feito logo após o nascimento. Em alguns casos, as fissuras (especialmente as labiais) podem ser detectadas por meio de exames de ultrassom durante o pré-natal, por volta da 15ª a 33ª semana de gestação, no exame morfológico.
Devido à abertura, a fissura pode causar:
Bebês com fissura palatina podem ter dificuldade para realizar a sucção. É essencial a orientação de uma equipe especializada. Em muitos casos, podem ser utilizadas mamadeiras com bicos especiais ou técnicas de posicionamento do lábio para garantir uma nutrição adequada.
O tratamento é sempre cirúrgico, pois a fissura não fecha sozinha. É um processo multidisciplinar, envolvendo vários profissionais de saúde desde o nascimento até a vida adulta.
Uma equipe completa geralmente inclui:
As datas exatas dependem do protocolo de cada centro de tratamento e da condição clínica do bebê, mas geralmente seguem o seguinte cronograma inicial:
O tratamento para essas condições pode se estender por muitos anos e incluir diversas cirurgias, mas é importante ressaltar que a maioria das crianças afetadas têm uma infância normal e uma capacidade de reintegração social plena.
A cirurgia de palato é crucial para fechar a comunicação entre boca e nariz, permitindo uma fala sem escape de ar. No entanto, o acompanhamento com um Fonoaudiólogo é fundamental e, em muitos casos, é necessário para corrigir e desenvolver adequadamente a articulação dos sons.
A fissura labiopalatina dificulta a criação do vácuo necessário para a sucção, mas muitos bebês conseguem mamar com ajustes de posição. No caso da fenda palatina, a sucção é mais complexa, podendo ser necessárias adaptações em bicos e mamadeiras para uma nutrição adequada. Lembre-se: a experiência de cada bebê é única e o mais importante é ele estar saudável.
Sim. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o tratamento para fissura labiopalatina em Centros de Referência Especializados, onde a criança tem acesso à equipe multidisciplinar completa e às cirurgias necessárias.
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