TRATAMENTO DA FISSURA LABIOPALATINA

Ciência, experiência e humanização para restaurar a função, a estética e o crescimento do seu filho(a).

PARA CADA CASO, UM TRATAMENTO ESPECÍFICO

Clique na imagem e descubra qual é o tratamento indicado de acordo com o tipo de fissura labiopalatina.

O tratamento das fissuras labiopalatinas é altamente individualizado e exige uma abordagem multidisciplinar, envolvendo diversas áreas de atuação médicas, odontológicas e fonoaudiológicas para promover a melhor reabilitação ao longo de muitos anos.

Fissura Labial

Fissura Labial

A abordagem cirúrgica para tratar a fissura de lábio denomina-se Rinoqueiloplastia, e é realizada geralmente entre 3 a 6 meses de vida. O objetivo é promover a reconstrução da anatomia labial e nasal , reposicionando o músculo orbicular da boca e promovendo uma adequada forma e contorno do lábio com posicionamento adequado da asa do nariz, através de cicatrizes bem posicionadas.

Fissura Labial Bilateral

Fissura Labial Bilateral

O acometimento labial bilateral pela fissura requer a realização de uma cirurgia mais complexa (Queiloplastia Bilateral) que pode ser feita em etapas ou ser precedida por um tratamento de Ortopedia Pré-Cirúrgica (como o uso de Placa de Moldagem Nasoalveolar - NAM). O objetivo dessas estratégias é de alinhar os segmentos do arco dentário e promover uma aproximação das vertentes do lábio sem causar tensão excessiva na pré maxila.

Fissura Palatina

Fissura Palatina

O tratamento principal é a Palatoplastia com veloplastia intravelar, (cirurgia do palato), realizada em torno dos 12 aos 18 meses de idade. O objetivo é separar as cavidades oral e nasal fechando o palato duro e mole e reconstruir a musculatura do véu palatino para permitir a função velofaríngea adequada, essencial para uma fala normal.

Fissuras Labiopalatinas

Fissuras Labiopalatinas

O tratamento envolve cirurgias sequenciais , começando com a Queiloplastia, seguida da Palatoplastia e com Enxerto Ósseo Alveolar, na época da dentição mista. Após o crescimento facial podem ser necessárias cirurgias complementares como Ortognática e Rinoseptoplastia. Sempre é importante ter o envolvimento fonoaudiológico e odontológico ao longo de todo tratamento para obter resultados de excelência.

DO DIAGNÓSTICO AO SORRISO PLENO

A jornada de transformação do seu filho começa aqui

Acolhimento e
Diagnóstico Preciso

+

Seja no pré-natal ou após o nascimento, o primeiro passo é o acolhimento humanizado da família. A Dra. Mariana oferece informações precisas e transparentes sobre a fissura labiopalatina e a caminho do tratamento, dissipando medos e estabelecendo uma relação de confiança para os próximos passos.

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Preparação Personalizada

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Para que tudo ocorra com a máxima segurança e eficiência, este é o momento de otimizar a condição de saúde da criança para a cirurgia. Envolve a orientação nutricional, a possível utilização de aparelhos ortopédicos odontológicos pré-cirúrgicos e a avaliação detalhada da equipe multidisciplinar com pediatria, fonoaudiologia e otorrinolaringologia, garantindo um planejamento único e personalizado.

Cirurgia de
Reconstrução

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Queiloplastia (cirurgia do lábio) e Palatoplastia (cirurgia do palato) são os procedimentos essenciais e realizados em etapas, para garantir a plena a melhor evolução e crescimento facial. O objetivo primário é restaurar as funções de alimentação, audição e fala, além de alcançar o melhor resultado estético possível.

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Acompanhamento
Contínuo

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A jornada continua além da sala de cirurgia. Esta fase crucial é dedicada à reabilitação completa, com acompanhamento focado no desenvolvimento pleno da criança. Inclui orientações sobre fonoaudiologia, ortodontia e, se necessário, outras cirurgias complementares, assegurando que a criança cresça e se desenvolva com saúde, confiança e que tenha seu sorriso completamente restaurado.

Quem é a

Dra. Mariana Alessi

CRM/MG 65857 | RQE 43844 | RQE 33577

Formada em Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), Dra. Mariana Alessi possui Residência Médica em Cirurgia Plástica e Especialização em Cirurgia Crânio-Facial na mesma instituição de excelência. Há 15 anos, dedica-se às cirurgias faciais reconstrutoras, com um foco especial na complexidade da Fissura Labiopalatina.

Guiada por ética e dedicação inabaláveis, ela não espera que as famílias encontrem o caminho. Ela assume para si a responsabilidade de guiar cada mãe e pai que recebe o diagnóstico de Fissura Labiopalatina, transformando a incerteza em esperança.

Sua dedicação se estende ao seu compromisso social. Atua como voluntária na realização de cirurgias de fissurados e  utiliza sua expertise para devolver o sorriso e a dignidade a crianças e adultos em vários estados brasileiros e países do mundo.

O TEMPO CERTO É O TEMPO SEGURO

Descubra qual é o momento ideal para realizar a cirurgia do seu filho

O sucesso da cirurgia e do desenvolvimento craniofacial do seu bebê dependem do momento correto. Para a Dra. Mariana, a segurança e a preocupação com crescimento e função são essenciais. Por isso, a cirurgia de correção de fissura é preferencialmente realizada em torno de 6 meses de idade, baseado em protocolos que respeitam o desenvolvimento facial e a fisiologia do bebê.

depoimentos

A Dra. Mariana me atendeu em cada dúvida, em cada momento de ansiedade. Ela não é apenas uma cirurgiã excepcional, é alguém que realmente se importa. O resultado ficou exatamente como eu imaginava.
Paula R., 62 anos
Lifting Facial
Quando descobrimos a fissura do nosso filho no ultrassom, ficamos perdidos. A Dra. Mariana nos explicou cada etapa com uma paciência infinita, nos acolheu nos momentos de maior medo e conduziu todo o processo com uma competência impressionante.
Camila e Roberto

Pais de paciente com fissura labiopalatina
Fiz mamoplastia com a Dra. Mariana e o Dr. Bruno, e ter dois cirurgiões tão dedicados foi um diferencial que não esperava. A atenção nos mínimos detalhes, o acompanhamento próximo no pós-operatório e o resultado impecável superaram todas as minhas expectativas.
Fernanda L., 58 anos

Mamoplastia
Procurei vários especialistas em cirurgia craniofacial antes de conhecer a Dra. Mariana. Sua formação USP e experiência em casos complexos me deram a confiança que eu precisava.
Júlia S.

Mãe de paciente com deformidade craniofacial

FAQ

Veja quais são as perguntas mais frequentes feitas pelos nosso pacientes

São malformações congênitas (presentes desde a gestação) que ocorrem devido à falha na fusão dos processos faciais que envolvem o lábio e/ou o palato (céu da boca) durante o desenvolvimento fetal, geralmente entre a 4ª e a 10ª semana de gestação.

  • Fissura labial: É uma abertura (fenda) no lábio superior que pode ser parcial ou total, atingir ou não a gengiva e se estender até o nariz. Pode ser unilateral (em um lado) ou bilateral (nos dois lados).
  • Fissura palatina (ou fenda palatina): É uma abertura no céu da boca (palato duro e/ou mole), que cria uma comunicação entre a cavidade oral e a nasal.
  • Fissura labiopalatina: Ocorre quando há o acometimento do lábio e do palato ao mesmo tempo.

As causas são consideradas multifatoriais. Envolvem uma combinação de:

  • Fatores genéticos: Pode haver uma predisposição genética, sendo mais comum quando há recorrência na família ou uma síndrome associada. 
  • Fatores ambientais (durante a gestação): Uso de álcool, tabaco, certas drogas, deficiência de vitaminas (como o ácido fólico), doenças maternas e infecções durante a gravidez.

Na maioria dos casos, não se consegue encontrar uma causa exata para a fissura.

É considerada a anomalia congênita craniofacial mais frequentes. A incidência varia globalmente, mas é estimada em cerca de 1 caso a cada 750 nascimentos.

O diagnóstico é, na maioria das vezes, feito logo após o nascimento. Em alguns casos, as fissuras (especialmente as labiais) podem ser detectadas por meio de exames de ultrassom durante o pré-natal, por volta da 15ª a 33ª semana de gestação, no exame morfológico.

Devido à abertura, a fissura pode causar:

  • Dificuldade na amamentação/alimentação (sucção ineficaz).
  • Problemas de audição e infecções de ouvido frequentes \
  • Alterações na fala (voz anasalada ou “fanhosa”).
  • Alterações na dentição e no crescimento da maxila.

Bebês com fissura palatina podem ter dificuldade para realizar a sucção. É essencial a orientação de uma equipe especializada. Em muitos casos, podem ser utilizadas mamadeiras com bicos especiais ou técnicas de posicionamento do lábio para garantir uma nutrição adequada.

O tratamento é sempre cirúrgico, pois a fissura não fecha sozinha. É um processo multidisciplinar, envolvendo vários profissionais de saúde desde o nascimento até a vida adulta.

Uma equipe completa geralmente inclui:

  • Cirurgião Plástico (para as correções cirúrgicas).
  • Fonoaudiólogo (para o desenvolvimento da fala, audição e alimentação).
  • Odontopediatra e Ortodontista (para os dentes, gengiva e alinhamento da arcada maxilar).
  • Otorrinolaringologista (para a audição e problemas respiratórios).
  • Pediatra.
  • Psicólogo e Assistente Social (para suporte à criança e à família).

As datas exatas dependem do protocolo de cada centro de tratamento e da condição clínica do bebê, mas geralmente seguem o seguinte cronograma inicial:

  • Reparo do Lábio (Queiloplastia): Geralmente entre 3 e 6 meses de idade.
  • Reparo do Palato (Palatoplastia): Geralmente entre 12 e 18 meses de idade, visando o melhor desenvolvimento da fala. Outras cirurgias (como o enxerto ósseo no rebordo alveolar e retoques) são realizadas em fases posteriores, acompanhando o crescimento.

O tratamento para essas condições pode se estender por muitos anos e incluir diversas cirurgias, mas é importante ressaltar que a maioria das crianças afetadas têm uma infância normal e uma capacidade de reintegração social plena. 

A cirurgia de palato é crucial para fechar a comunicação entre boca e nariz, permitindo uma fala sem escape de ar. No entanto, o acompanhamento com um Fonoaudiólogo é fundamental e, em muitos casos, é necessário para corrigir e desenvolver adequadamente a articulação dos sons.

A fissura labiopalatina dificulta a criação do vácuo necessário para a sucção, mas muitos bebês conseguem mamar com ajustes de posição. No caso da fenda palatina, a sucção é mais complexa, podendo ser necessárias adaptações em bicos e mamadeiras para uma nutrição adequada.  Lembre-se: a experiência de cada bebê é única e o mais importante é ele estar saudável.

Sim. O Sistema Único de Saúde (SUS) oferece o tratamento para fissura labiopalatina em Centros de Referência Especializados, onde a criança tem acesso à equipe multidisciplinar completa e às cirurgias necessárias.

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